Rastro do Dinheiro · dados públicos oficiais

O dinheiro público deixa rastro.
A gente segue.

Veja quem aparece nessa cadeia, quanto está relacionado, por qual mecanismo o recurso passou e de onde veio cada informação. Aqui um número nunca vem sozinho: ele vem com o estágio — aprovado, captado, contratado ou pago — porque são coisas diferentes, e trocar uma pela outra é o erro mais comum quando se fala de dinheiro público.

152.370

Entidades mapeadas

60.223

Projetos analisados

59

Veículos identificados

156.288

Registros financeiros

3

Fontes cruzadas

24/08/2026

Última atualização

Por onde começar

Artistas & Cultura

Ordenado por: maior valor captado

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Mídia & Publicidade

Ordenado por: maior valor contratado

ver ranking completo

Fluxo do dinheiro

Por qual mecanismo o recurso passou e quem aparece na outra ponta.

Captado

Todos os valores deste bloco são do mesmo estágio. Valores de estágios diferentes não são somados nem comparados aqui — abrir o perfil de cada entidade mostra a cadeia completa.

Totais por ano e por governo

Mesma série, dois recortes — e sempre do mesmo estágio.

Captado

Por ano

  • 2016R$ 6,4 mi
  • 2018R$ 1,4 mi
  • 2019R$ 1,6 bi
  • 2020R$ 2,1 bi
  • 2021R$ 1,2 bi
  • 2022R$ 1,6 bi
  • 2023R$ 3,8 bi
  • 2024R$ 2,5 bi
  • 2025R$ 2,1 bi
  • 2026em cursoR$ 118,9 mi

Por governo

  • Lula2023–2026em cursoR$ 8,5 bi
    Média/mês
    R$ 193,9 mi
  • Bolsonaro2019–2022R$ 6,6 bi
    Média/mês
    R$ 136,6 mi
  • Temer2016–2018R$ 7,8 mi
    Média/mês
    R$ 267,8 mil
  • Dilma2011–2016R$ 6,4 mi
    Média/mês
    R$ 93,5 mil

Governos aparecem aqui somente quando há registro no período. A ausência de mandatos anteriores a 2019 não significa que nada foi gasto então: a API do SALIC expõe projetos a partir de 2019, e o que não conseguimos enxergar preferimos não desenhar. A média mensal existe porque comparar um mandato completo com um que ainda corre, pelo total, favorece o mais longo sempre.

Dados recentes

Entenda os estágios do dinheiro

Autorizado a captar
Teto que o projeto ficou autorizado a captar junto a incentivadores. É um limite máximo: o projeto pode captar menos, e a maioria capta.
Captado
Valor efetivamente captado junto aos incentivadores dentro do mecanismo. Este dinheiro entrou na conta do projeto — mas é do PROJETO, não necessariamente de uma pessoa.
Contratado
Valor de um contrato assinado com o poder público. Contrato assinado ainda não é dinheiro pago: pode ser executado em parte, ou não ser executado.
Pago
Pagamento efetivamente realizado e registrado na execução financeira oficial. É o único estágio que comprova que o dinheiro saiu.

Estes valores são etapas da mesma cadeia, não parcelas que se somam. Um projeto com R$ 10 milhões aprovados e R$ 7 milhões captados não movimentou R$ 17 milhões: movimentou R$ 7 milhões, dentro de um teto de R$ 10 milhões.

De onde vêm estes dados

  • SALIC — Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura

    integrada

    Ministério da Cultura

    Projetos da Lei Rouanet: quanto foi solicitado, quanto foi autorizado a captar e quanto foi efetivamente captado junto a incentivadores. Não informa quanto cada pessoa física recebeu.

  • Portal da Transparência

    integrada

    Controladoria-Geral da União (CGU)

    Execução financeira federal: empenho, liquidação e pagamento por favorecido, além de contratos do Executivo federal. É a única fonte aqui que comprova pagamento.

  • PNCP — Portal Nacional de Contratações Públicas

    integrada

    Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

    Contratos públicos das três esferas (federal, estadual e municipal): objeto, fornecedor, órgão, vigência e valor contratado. Contrato assinado não é pagamento.

  • Portal da Transparência do STF

    não integrada

    Supremo Tribunal Federal

    Diárias e passagens concedidas a ministros, servidores e colaboradores do STF, com destino, moeda e trecho. NÃO prova quem viajou nos casos de segurança institucional, em que o próprio tribunal suprime o nome.

  • Portal de Gestão de Pessoas do STF — folha de pagamento

    não integrada

    Supremo Tribunal Federal

    Remuneração nominal, mês a mês, de ministros, servidores, juízes auxiliares, cedidos, aposentados e pensionistas do STF, com o detalhamento por rubrica: subsídio, vantagens, auxílios, indenizações, licença-prêmio em pecúnia e auxílio-moradia. NÃO prova patrimônio nem renda total da pessoa — é o que o STF pagou, não o que ela ganhou de todas as fontes.

  • SICOM — Sistema de Comunicação de Governo

    não integrada

    Secretaria de Comunicação Social da Presidência (SECOM)

    Veiculações publicitárias autorizadas por campanha, órgão, agência e veículo. Registro de veiculação NÃO é comprovação de pagamento.

Cobertura completa, com o que conseguimos e o que ainda não conseguimos enxergar, na página de metodologia.

Consulta pública, auditável e neutra.

O Rastro Brasil organiza dados públicos e matérias já divulgadas para fins de transparência eleitoral. Cada informação traz o botão da fonte. Não fazemos acusações nem indicamos voto.

Fontes: Câmara, Senado, portais oficiais e imprensa (Google Notícias).