Rastro do Dinheiro · Viagens & Regalias

Quanto custa viajar no poder?

Passagens, diárias e missões oficiais encontradas em fontes públicas. Cada viagem traz o número do documento que a autorizou e o botão para conferir na fonte.

Mostrando só Ministerio da Fazenda

Ver todos os órgãos

Diretamente atribuído

R$ 210 mi

O que a fonte oficial liga nominalmente a uma pessoa — passagem e diária no nome dela.

Custo das missões

R$ 215,4 mi

Tudo o que as missões consumiram, incluindo o que a fonte não individualiza.

Não some os dois. O primeiro está dentro do segundo. Participar de uma viagem não significa que todo o custo da missão tenha sido gasto individualmente por aquela pessoa.

93.487
viagens
12.468
pessoas
R$ 3,8 mi
devolvido ao erário

No que o dinheiro foi gasto

  • R$ 114,8 mi

    Diárias

    90.823 registros

  • R$ 100,4 mi

    Passagens

    37.559 registros

  • R$ 289,8 mil

    Multa

    214 registros

Os ministros do Supremo

cargo declarado pelo próprio tribunal · só atribuição direta

Os quinze gabinetes que o painel do STF identifica, incluindo ministros já aposentados que aparecem na série histórica. Quem não tem viagem em nome próprio aparece com zero — o gabinete dele viajou, ele não.

Missões de maior custo identificado

Cobertura desta área

  • Órgãos: Agencia Nacional do Cinema · Supremo Tribunal Federal · Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística · Fundacao Escola Nacional de Administracao Publica · Fundação Casa de Rui Barbosa · Ministerio da Fazenda · Fundação Cultural Palmares · Presidência da República · Presidência da República - Unidades com vínculo direto · Agência Espacial Brasileira · Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - Unidades com vínculo direto · Fundacao Biblioteca Nacional · Ministério da Agricultura e Pecuária - Unidades com vínculo direto
  • Período com registro: 2016–2026
  • Última sincronização: 24/08/2026
  • A fonte publica se a viagem é nacional ou internacional, mas não publica cidade nem país. Quando o destino aparece, ele foi citado no texto do motivo oficial.
Consulta pública, auditável e neutra.

O Rastro Brasil organiza dados públicos e matérias já divulgadas para fins de transparência eleitoral. Cada informação traz o botão da fonte. Não fazemos acusações nem indicamos voto.

Fontes: Câmara, Senado, portais oficiais e imprensa (Google Notícias).